Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Foragido por matar mulher trans morre durante abordagem da PM

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Foragido por matar mulher trans morre durante abordagem da PM

Homem procurado por matar mulher trans em Uberaba é localizado pela PM e morre durante ação para cumprimento de mandado

Por: João Inácio Vidall

O homem investigado pela morte da mulher trans Riana morreu durante uma ação da Polícia Militar na noite de quinta-feira (18), em Uberaba. Segundo a corporação, ele foi localizado em uma chácara na região da Gleba Santa Mônica, reagiu à abordagem atirando contra os policiais e acabou sendo baleado. O suspeito chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a Polícia Militar, as equipes cumpriam um mandado de prisão expedido pela Justiça em razão do homicídio registrado em 17 de maio. Durante a ocorrência, foi apreendido um revólver calibre .38 com numeração raspada. Nenhum militar ficou ferido.

Por se tratar de uma morte decorrente de intervenção policial, o caso seguirá os procedimentos legais previstos para esse tipo de ocorrência.

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RELEMBRE O CASO 

Riana foi baleada em 17 de maio, em uma residência em Uberaba. Conforme as investigações da Polícia Civil, o suspeito havia contratado um programa sexual com ela e outra mulher trans. Após deixar o imóvel, ele percebeu que estava sem o celular e retornou ao local acusando as duas de terem furtado o aparelho.

Segundo testemunhas, as mulheres negaram ter pegado o telefone. Durante a discussão, o homem sacou uma arma e atirou contra Riana. Em seguida, fugiu em uma caminhonete. A outra mulher que estava no local não foi ferida.

A vítima ainda foi encontrada com vida por um morador, que a levou para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) São Benedito. Apesar dos esforços da equipe médica, ela não resistiu aos ferimentos.

As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontaram que o crime teria sido motivado por uma falsa suspeita de furto. No dia seguinte ao homicídio, policiais civis foram até a residência do investigado para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão. Durante as diligências, os agentes encontraram o celular que ele afirmava ter sido levado.

O aparelho estava na própria casa do suspeito, reforçando a principal linha investigativa de que ninguém havia furtado o telefone.

Com a prisão preventiva decretada pela Justiça, o homem era considerado foragido desde então. Mais de um mês após o crime, ele foi localizado pela Polícia Militar, mas morreu durante a ação para cumprimento do mandado.

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